
O sapo comum ou sapo cururu tem uma pele dura e ressecada, coberta de pequenas escamas. Algumas moscas maiores costumam depositar os ovos na pele dos sapos velhos. As larvas, quando nascem , penetram no corpo do sapo através das suas narinas. O sapo, dessa forma, impossibilitado de respirar e morre.
Com as patas traseiras, os sapos cavam buracos, nos quais hibernam durante o inverno. A época do acasalamento é o início da primavera. Ocorre nos pântanos e dura várias semanas. Os ovos são postos em fileiras que podem alcançar até 5 m de comprimento. Os girinos nascem após dez dias. Depois de uma série de metamorfoses, transformam - se em sapinhos.
O sapo captura suas presas com a língua ágil. Ela fecha os olhos para engolir o alimento. Isso não é um truque, mas uma necessidade: os grandes olhos são forçados para cavidade bucal a fim de empurrar os alimentos para a garganta. Os sapos são úteis ao homem porque com seu grande apetite comem muitos vermes, lagartas e insetos nocivos de várias espécies.
CASCAVEL
Características
Não chega a medir 2 m. Está entre as mais temidas serpentes brasileiras. A cascavel, fiel aos hábitos da grande maioria das serpentes, só costuma atacar o homem quando se sente molestada por ele, ocasião em que reage com agressividade. São responsáveis por 8% dos acidentes ofídicos que ocorrem no País. Os guizos das cascavéis representam vestígios cornificados da pele, que aderem à base da cauda, e não se perdem durante a ecdise (troca da pele).Cada muda acrescenta um novo guizo, e o número de guizos, portanto, não representa a idade da serpente em anos. Além disso, especialmente nas cascavéis mais velhas, os guizos terminais freqüentemente se perdem, de modo que o número total de guizos não indica nem o número total de mudas.
Hábitat
Vive em campos abertos e regiões secas e pedregosas.Distribuição
Vive na América do Sul, principalmente no território brasileiro.Hábitos
Serpente terrícola, de atividade crepuscular e noturna, pode também ser vista durante o dia. Quando se julga importunada, enrola-se quase que por inteiro, mantendo erguida em forma de "S" a parte anterior do corpo. Então, levanta a cauda e começa a vibrá-la rápida e vigorosamente, emitindo o característico som de seu guizo, fazendo um ruído que pode ser ouvido a dezenas de metros.Em seguida dá um bote fulminante sobre a vítima, mordendo-a com violência. Desse modo, ela injeta na vítima um forte veneno, que tem ação simultaneamente neurotóxica e hemolítica - ou seja, capaz de exercer perturbadores efeitos tóxicos no sistema nervoso e, ao mesmo tempo, destruir glóbulos vermelhos do sangue.
Alimentação
Alimenta-se de pequenos mamíferos (ratos e outros roedores) e, ocasionalmente, de pássaros que são mortos por envenenamento. Conseguem caçar com o valioso auxílio de suas fossetas loreais, que identificam fontes de calor e orientam a cobra para o bote.Manifestações sonoras
Emite um som característico, que é o guizo, um "chocalho" (localizado na parte terminal da cauda), formado por vários anéis córneos (escamas modificadas), ocos e articulados entre si. O som pode ser ouvido a dezenas de metros.Predadores naturais
Outras cobras, como por exemplo a muçurana (Pseudoboa cloelia) e a coral-verdadeira (gênero Micrurus).TUCANO

São animais relativamente grandes, tem cores bem vivas e sua característica física mais marcante é um bico bem comprido que diferente do que muitos pensem não machuca é um bico oco e que não tem muita força. Esse bico ajuda a espantar muitos animais que se assustam. Tem uma língua bem comprida também que é áspera e ajuda -os a comer.
A forma dos pés são zigodáctilos, ou seja, dois dedos apontados para frente e dois para trás iguais ao dos pica paus.
A região em volta dos olhos não tem penas, mas é bem colorida.As juntas da base da cauda são flexível o que significa uma característica bem incomum em aves.
Machos e fêmeas se assemelham muito porem machos são geralmente mais pesados e possuem o bico um pouco mais comprido.Têm como predadores águias, falcões e corujas. Macacos e cobras atacam o ninho.
Tucanos são animais que dão preferência a topos de arvores e raramente descem ao chão, bebem água da chuva que ficam nas folhas.
São encontrados em bandos, porém esses não costumam passar de 12aves. É comum vê-los de manhã bem cedo, final de tarde ou depois de uma chuva interagindo entre si por um grunhido forte, rouco e bem diferente. Eles também se comunicam um com os outros atrás do bico alisando as penas do companheiro. Dorme com a cabeça virada de modo que o bico fique na parte de trás e ele via um bolinho de penas. Eles não têm a capacidade de imitar sons como papagaios, mas também fazem menos barulho.
Podem virar amigos de seus donos se bem tratados e ensinados desde filhotes pois tem um temperamento dócil e são inteligentíssimos.
PÁSSARO PRETO

Também conhecido por Melro e Graúna, encontram-se distribuídos pelo Brasil, em locais de cerrados e regiões de mata. Atingem cerca de 22 cm e na natureza são vistos normalmente em grandes grupos.
Reprodução: Este pássaro não apresenta dimorfismo sexual aparente. Aos 18 meses de vida já estão prontos para a reprodução. Pendure alguns ninhos do tipo caixa com uma única abertura e forneça folhas de palmeira,capim e estopas para a confecção do ninho. A fêmea coloca de 2 a 4 ovos e o período de incubação é de 14 dias em média

Tamanho: Comprimento: até 1 m (da ponta do bico a ponta da cauda). Sendo a maior espécie no mundo da família Psittacidae. Peso: Adulto até 1,3 kg porém filhotes podem atingir até 1,7 kg no período de pico de peso.
Coloração: Possui plumagem na cor azul cobalto, degradê da cabeça para a cauda, sendo preta a parte inferior da penas das asas e cauda. Possui amarelo intenso ao redor dos olhos (anel perioftálmico), pálpebras e na pele nua em torno da base da mandíbula. O bico é grande, maciço, curvo e preto, formando quase um círculo com a cabeça. A língua espessa e preta chama atenção pela faixa amarela nas laterais.
Distribuição Geográfica: Antigamente comum em grande parte do Brasil, hoje é encontrada no Pantanal, abrangendo pantanal Boliviano, Paraguaio e Brasileiro, nos estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, bem como no norte do Brasil, nos estados do Amazonas e Pará e na região de “Gerais” que incluem territórios do Maranhão, Bahia, Piauí, Tocantins e Goiás. Infelizmente não existem informações suficientes para afirmar se as araras azuis estão formando uma população única, interligadas e cruzando entre si ou se as mesmas estão desconectadas, geograficamente separadas, formando três populações: Pantanal, Amazônia e “Gerais”. Em estudos recentes desenvolvidos pelo Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do Instituto de Biociências da USP em parceria com o Projeto Arara Azul e outros foram encontrados marcadores diferentes que sugerem uma variação na composição genética da população. Agora esses estudos estão sendo ampliados para confirmar ou não esta informação. Habitat: Na região do Pantanal, são encontradas em áreas abertas, nas matas que possuem palmeiras, enquanto seus ninhos estão localizados na borda ou interior de cordilheiras e capões, bem como em áreas abertas para o pasto. Na região do Pará, utiliza as florestas úmidas, preferindo locais de várzeas ricas em palmeiras. Nas regiões mais secas (TO, PI, MA e BA), é comum encontrá-las em áreas sazonalmente secas, preferindo os platôs e vales dos paredões rochosos, nesta região faz ninhos em ocos de palmeiras (TO), árvores emergentes (PA) ou em falhas de paredões rochosos (PI) Alimentação: Araras-azuis são um dos psitacídeos mais especializados na alimentação constituída basicamente de sementes de palmeiras, que elas consegue quebrar facilmente com a potência do seu bico. Na região pantaneira, alimenta-se de acuri (Scheelea phalerata) e bocaiúva (Acrocomia aculeata). Na região paraense alimenta-se de inajá (Maximiliana regia), babaçu (Orbiguya martiana) e tucumã (Astrocaryum sp). Nas regiões secas, alimenta-se de licuri ou catolé(Syagrus coronata), piaçava (Attalea funifera), buriti (Mauritia vinifera) e Orbiguya eicherii. O local mais frequente de alimentação tem sido o chão, seja no campo ou nas proximidades das sedes de fazendas. Nestes casos, elas estão se alimentando da castanha-do-acuri, cujo mesocarpo (polpa) já foi retirado por outros animais, principalmente o gado e outros animais silvestres. No período de frutificação das bocaiúvas, elas são vistas se alimentando diretamente nos cachos. |
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